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Análise Comparativa do Novo Sistema Contábil

Acabo de publicar um novo artigo no nosso Fórum de Contabilidade AGO. Clique acima no botão: "artigos" 

Vejam o nosso vídeo com breves comentários sobre o artigo.



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Apresentação do Fórum de Contabilidade

Neste momento estamos abrindo as janelas de um espaço virtual para que haja uma intensa e permanente discussão dos problemas de contabilidade, com o objetivo maior de aperfeiçoar, melhorar e inovar as práticas contábeis no Brasil e no mundo.

Este é um sonho que acalento há muitos anos por entender a importância da contabilidade para a economia e a sociedade em geral. A prática de uma contabilidade correta, com certeza, é uma das causas do aumento da produtividade das empresas. 

Por entender, também, que a contabilidade é muito mal ensinada e, consequentemente, mal aprendida e por isso não se encontram, com facilidade, profissionais (contadores ou não) que demonstrem conhecimentos aprofundados desta ciência. 

Erros Conceituais Inconcebíveis das Leis 6.404 e 11.638

ERROS CONCEITUAIS INCONCEBÍVEIS NAS LEIS 6.404 E 11638
Prof. Alvaro Guimarães de Oliveira
Rio, 27/03/2014.
Ao analisarmos as demonstrações contábeis que são preconizadas pela Lei 11.638 concluímos que elas são imprecisas, confusas, difíceis de serem elaboradas, difíceis de ser interpretadas e induzem os analistas a cometerem erros. Ou seja, elas são o oposto do que propõe a contabilidade: que sejam fáceis de ser elaboradas, fáceis de ser interpretadas, claras, precisas, corretas, etc.
E a origem de tudo isto são, basicamente, três falhas fundamentais:
1) Falta de distinção entre operações financeiras e econômico- financeiras;
2) Apuração periódica de resultados econômicos.
3) Ausência da informação sobre o valor mais importante de uma Demonstração da Posição Financeira (DPF): o PLF.

Falta de Distinção entre Operações Financeiras e Econômico-Financeiras.

Logo antes da Lei 6.404 o Balanço Patrimonial era uma demonstração que apresentava a posição financeira de uma empresa ao final de um determinado período. Em relação aos Resultados Econômicos Pendentes, essa demonstração, os apresentava de uma maneira muito peculiar: se o resultado pendente fosse positivo, seria apresentado no Passivo e, se fosse negativo, seria no Ativo. Esse grupo de contas – Resultados Econômicos Pendentes – era apresentado logo após as contas patrimoniais e, desta maneira, não criava nenhuma dificuldade para os cálculos dos indicadores financeiros e nem para a interpretação da situação financeira da empresa. Ou seja, contas de resultado econômico, naquela época, não se misturavam às contas patrimoniais.

Contudo, com o advento da Lei 6.404 que, inegavelmente, trouxe grandes melhoramentos e aperfeiçoamentos às práticas contábeis, houve um retrocesso em relação aos cálculos e interpretações da situação financeira das empresas.

Num aparente desconhecimento, ou desleixo, pela distinção entre os aspectos econômicos e financeiros das operações contábeis e as suas consequências, os legisladores da Lei 6.404 preconizaram uma demonstração do Balanço Patrimonial das empresas, onde as contas de resultados econômicos pendentes foram classificadas, nessa demonstração, misturadas às contas patrimoniais.